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Essay: Essay 2018 05 20 000EK1

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Em nosso tempo atual a osteoporose ” uma patologia que marca presen”a principalmente no p”blico de idosos. A partir de uma determinada idade o corpo humano come”a a apresentar perdas significativas na massa ”ssea, o que pode acarretar v”rios danos f”sicos a sa”de. Ultimamente o treinamento resistido demonstra ser um forte aliado no tratamento da osteoporose, dentro desta o presente estudo visou analisar o treinamento resistido no tratamento de idosos com osteoporose. O estudo foi elaborado atrav”s de uma revis”o bibliogr”fica narrativa onde abordou pesquisas de autores com temas relacionados ao assunto utilizando-se livros, bibliotecas digitais, revistas e sites acad”micos. Terminadas as pesquisa e an”lises pode-se ter no”o que o treinamento resistido aplicado com a responsabilidade pode trazer benef”cios ” ossatura de pessoas idosas com osteoporose, resultando assim em positivismo.

PALAVRAS CHAVE: Treinamento resistido, osteoporose, idoso, osteopenia e qualidade de vida.

Abstract

In our current time osteoporosis is a pathology that is present mainly in the public of the elderly. From a certain age the human body begins to present significant losses in the bone mass, which can entail several physical damages to the health. Recently resistance training has been shown to be a strong ally in the treatment of osteoporosis. In this perspective, the present study aimed to analyze resistance training in the treatment of elderly patients with osteoporosis. The study was elaborated through a bibliographical narrative review where it approached researches of authors with subjects related to the subject using books, digital libraries, magazines and academic sites. After the research and analysis, it can be understood that resistance training applied with responsibility can bring benefits to the ossatura of elderly people with osteoporosis, thus resulting in positivism.

KEYWORDS: Resistance training, osteoporosis, elderly, osteopenia, quality of life.

1 INTRODU”O

Ultimamente a quantidade de pessoas idosas vem aumentando muito rapidamente, algumas pesquisas apontam que esse crescimento se tornar” bastante vis”vel em pouco tempo. De acordo com o IBGE (2016), entre os anos de 2005 e 2015 houve uma queda na quantidade de crian”as e adolescente at” os 14 anos e dos jovens tamb”m, a perspectiva e de que at” o ano de 2070 o n”mero de idosos cresceria no Brasil ultrapassando a casa dos 35%, o que os tornaria muito superior aos indicadores de pa”ses desenvolvidos. Esses dados nos possibilitam dizer que nos ”ltimos anos provavelmente houve uma queda na taxa de natalidade e contribuindo para o aumento de idosos no Brasil.

Sabemos que ” comum que com o passar dos anos nosso corpo v” perdendo algumas capacidades, sendo que muitas destas altera”es podem estar ligadas diretamente ao estilo de vida das pessoas. Quando envelhecemos sofremos v”rias mudan”as no corpo e mente, essas altera”es podem fazer parte tanto do envelhecimento normal quanto relacionado ao modo de vida (TAYLOR; JOHNSON, 2015). Vale lembrar que o idoso no Brasil ” definido como pessoas que tem a partir de 60 anos. Lei n”8. 842, de 4 de janeiro de 1994, e o estatuto do Idoso, Lei n” 10.741,de 1” de outubro de 2003 (ESTATUTO DO IDOSO, 2017).

A partir dos 60 anos o idoso tem como caracter”stica a adquirir v”rias doen”as cr”nicas, tornando-se necess”rio um cuidado maior de forma preventiva j” que, uma vez instalada, a doen”a cr”nica n”o diminui o seu efeito, sendo assim, o idoso fica obrigado a conviver com a patologia pelo restante da vida (VERAS, 2012).  Dentre as doen”as cr”nicas podemos dar destaque ” osteoporose, a mesma ” um fator que limita a qualidade de vida dos idosos principalmente quando h” fraturas relacionadas ao quadril, dessa forma o idoso passa a necessitar de ajuda familiar para realiza”o de suas atividades (LEMOS et al. 2006 apud GARCIA et al., 2009).

A osteoporose passou por muitos anos sem que houvesse muitos coment”rios a respeito, isso se deve principalmente pelo baix”ssimo interesse de pesquisa. Nos dias atuais a osteoporose tornou-se um dos centros das aten”es no mundo, sendo que fazer mais estudos e pesquisas s”o necess”rias a fim de se atualizar sobre o assunto, pois a velocidade em que novas pesquisas s”o feitas tornam as mais antigas desatualizadas (SOUZA, 2010).

Dentre as formas de tratamentos utilizados para osteoporose, podemos destacar o exerc”cio com pesos, o mesmo torna-se o mais utilizado pelos seus efeitos ligados diretamente aos ossos do indiv”duo que utiliza. Al”m disso, o exerc”cio com peso poder” promover a melhora de algumas das val”ncias f”sicas de modo que ir” resultar na minimiza”o do risco de quedas (TERRA, Newton, et al 2016).

Para as pessoas idosas que tem risco de desenvolver osteoporose, algumas medidas de interven”o dever”o ser iniciadas a fim de preveni-las, as pessoas que possuem uma baixa densidade mineral ”ssea, recomenda-se procurar tratar de forma a prevenir os ossos reduzindo os riscos de fraturas, o tratamento deve ser feito com o prop”sito de preven”o ”ssea adicional (SA”DE, 2014). Diante desta situa”o, surge um questionamento sobre, como o treinamento resistido pode influenciar no tratamento de idosos com osteoporose? Tal quest”o nos possibilitar” reunir fontes de pesquisas em busca de informa”es mais atuais para o tratamento da patologia.

O presente estudo visa analisar o treinamento resistido no tratamento de idosos com osteoporose, conceituar o treinamento resistido, osteoporose e idoso, identificar fatores que podem influenciar na melhoria da qualidade de vida contribuindo para a minimiza”o da osteoporose e descrever treinamento resistido no tratamento de idosos com osteoporose.

Sabemos que h” certa dificuldade relacionada ao alto custo para o tratamento da osteoporose no sistema de sa”de, dessa forma h” de se buscar maneiras para desenvolver a capacidade de se identificar grupos om maiores riscos de fraturas osteopor”ticas criando medidas preventivas para este grupo (SA”DE, 2014). Com o crescente caso de osteoporose em idosos fazem-se necess”rio que n”s profissionais de Educa”o F”sica estejamos preparados para lhe dar com a alta demanda fazendo prescri”es de programas de forma eficientes, seja ela para prevenir ou tratar a patologia. Desta forma podemos justificar esta pesquisa onde, a mesma tem como seguimento analisar o treinamento resistido no tratamento de idosos com osteoporose.

2 METODOLOGIA

Este trabalho refere-se a uma pesquisa de revis”o bibliogr”fica narrativa, para melhor entendimento segue-se o conceito de que:

a ‘revis”o narrativa’ n”o utiliza crit”rios expl”citos e sistem”ticos para a busca e an”lise cr”tica da literatura. A busca pelos estudos n”o precisa esgotar as fontes de informa”es. N”o aplica estrat”gias de busca sofisticadas e exaustivas. A sele”o dos estudos e a interpreta”o das informa”es podem estar sujeitas ” subjetividade dos autores. ” adequada para a fundamenta”o te”rica de artigos, disserta”es, teses, trabalhos de conclus”o de cursos (MATOS, 2015, p. 2).

No presente estudo foram utilizados como fonte de pesquisa cient”fica as bases de dados do Google Acad”mico, Scielo, EFdeportes , RBPFEX, , Pubmed, Anais CIEH, Anu”rio reposit”rio FACENE, UNICESUMAR peri”dicos, REDALYC, Granbery, Revista CIEH, IBGE, Mist”rio da Sa”de, PNI (Pol”tica nacional de idosos) e Minha biblioteca integrada. Utlizou-se para a pesquisa os descritores treinamento resistido, idosos, osteoporose, densidade mineral ”ssea, doen”as osteometab”licas, exerc”cio e foram encontrados 38 artigos onde foram descartados artigos que n”o estavam no per”odo entre 2008 ” 2018 e os que n”o abordavam o tema com os descritores acima, sendo aproveitados 18 artigos para a discuss”o geral, 04 livros e 01 cartilha.

3 RESULTADOS E DISCURSS”O

3.1 CONCEITUANDO TREINAMENTO RESISTIDO, IDOSOS E OSTEOPOROSE.

Para melhor esclarecimento sobre o assunto, torna-se necess”rio oque ” o treinamento resistido, neste caso afirmam que, o termo ‘treinamento resistido’ faz refer”ncia a qualquer tipo de exerc”cio contra uma resist”ncia, quer seja ela uma carga opositora, o pr”prio peso corporal, resist”ncias el”sticas ou resist”ncia do ar (p. ex.: paraquedas de corrida (FLECK; KRAEMER, 2017, p”g.1).

Atualmente, h” uma crescente sobre os programas de treinamento resistido, onde as pessoas buscam principalmente pela melhora de suas aptid”es f”sica. De acordo com Fleck e Kraemer (2017, p”g.1) o crescente n”mero de salas de treino resistido em academias, escolas de ensino m”dio e universidades atesta a popularidade dessa forma de condicionamento f”sico. O treinamento resistido vem sendo utilizado n”o s” para as melhorias do condicionamento f”sico, mas tamb”m como forma de tratamento de patologias como a silenciosa osteoporose.  

Em seu estudo Kanis et al, (2002) apud Sa”de (2014, p”g.2) define a osteoporose dizendo que, ” uma doen”a osteometab”lica caracterizada por diminui”o da massa ”ssea e deteriora”o da microarquitetura do tecido ”sseo com consequente aumento da fragilidade ”ssea e da susceptibilidade a fraturas. Diante do exposto torna-se interessante explicar como se instala a osteoporose, de acordo com  Ikonomidis, et al 2017, p”g.10):

Em um organismo saud”vel, todos os dias ocorrem dep”sitos de c”lcio entre as c”lulas dos ossos. Isso faz com que tenhamos boa densidade ”ssea. Todo o corpo se renova diariamente e esse dep”sito ocorre em todo o esqueleto. Mas, quando isso n”o acontece, o processo chamados de osteoporose se instala. Sem a devida quantidade de c”lcio, os ossos ficam enfraquecidos e fr”geis deixando o corpo propenso ”s quedas.

Aparentemente a osteoporose ” uma patologia que n”o apresenta sintomas, os primeiros sinais, neste caso os cl”nicos, que se apresentam s”o as fraturas, elas ocorrem nas v”rtebras, f”mur e antebra”o. A osteoporose pode ser classificada em tr”s tipos, a prim”ria quando ligada a causas naturais do envelhecimento, a osteoporose secund”ria quando ligada a doen”as, a utiliza”o de medicamentos e o sedentarismo e a idiop”tica quando n”o s”o conhecidas as causas (SOUZA, 2010 apud RICARDO; DIAS, 2012).

A osteoporose ” uma doen”a que necessita de um grau maior de aten”o, principalmente se tratando de uma doen”a atinge v”rias pessoas e de forma silenciosa mais que existe variadas formas de tratamento. Trata-se de uma patologia que possui caracter”stica silenciosa, por isso ” uma das doen”as que mais deixa pessoas limitadas fisicamente, mas apesar de perigosa ela tamb”m pode ser tratada principalmente com os exerc”cios f”sicos, de prefer”ncia os que s”o feitos contra a gravidade, pois os mesmos poder” ajudar na forma”o dos ossos (TERRA, Newton, et al 2016).

Estudos atuais mostram que dentre os casos de osteoporose, a popula”o idosa ” a que mais preocupa, pois o n”mero de pessoas mortas no Brasil em consequ”ncia da doen”a ” grande. De acordo com Cunha et al, (2011) apud Premaor; Brondani, (2016, p”g.255):

Em rela”o ” preval”ncia, a osteoporose aumenta a cada ano e ” seguida pela morbimortalidade decorrente das fraturas. Ainda, previs”es indicam, para o ano de 2050, um crescimento de 400% nas fraturas de quadril, para ambos os g”neros, entre 50 e 60 anos, e aproximadamente 700% para as pessoas com mais de 65 anos.

Devemos ressaltar que, a pol”tica nacional do idoso (PNI), Lei n”8. 842, de 4 de janeiro de 1994, e o estatuto do Idoso, Lei n” 10.741,de 1” de outubro de 2003, define Idoso pessoas que tenham a idade de 60 anos ou mais. (SA”DE, 2009)

A osteoporose ” uma doen”a perigosa, por”m raramente as pessoas tendem a se preocupar com sua ossatura, a n”o ser que aconte”a algum acidente relacionado aos ossos. Segundo (Taylor; Johnson, 2015) os ossos s”o constantemente esquecidos, apenas quando o problema se torna vis”vel como uma fratura ” que passamos a dar o devido valor, durante nossa toda nossa vida devemos ter a no”o de que devemos preserv”-los. Os n”meros de casos da osteoporose s”o assustadores, principalmente se tratando de futuro, de acordo com Renn”, ACM; Driusso, P; Ferreira,V (2001); Jovine, SM; et al, (2006) apud Barros, (2010 p”g.2) estima-se que uma em cada duas mulheres e um em cada cinco homens acima de 65 anos apresentar”o, em algum momento da vida, pelo menos uma fratura relacionada a essa condi”o cl”nica descrita.

3.2 FATORES QUE INFLUENCIAM NA QUALIDADE DE VIDA CONTRIBUINDO PARA A MINIMIZA”O DA OSTEOPOROSE

Podemos dizer que nos homens a osteoporose se manifesta de forma diferente das mulheres. De acordo com o artigo publicado por Yazbek; Marques, (2008, pag.75):

os homens s”o acometidos pela osteoporose por outros mecanismos, ligados essencialmente ao envelhecimento. Neles, a diminui”o progressiva do calcitriol e da absor”o intestinal de c”lcio levam a um aumento do paratorm”nio (PTH), o que justifica a instala”o da osteoporose no sexo masculino. Ap”s dez anos de menopausa instalada, a maioria das mulheres diminui o seu ritmo de perda ”ssea. Entretanto, aquelas que desenvolveram osteoporose mant”m um ritmo mais acelerado de perdas, o que corresponde a um aumento consider”vel do risco de fraturas.

A falta de conhecimento sobre a osteoporose pode acarretar s”rios problemas ” sa”de dos idosos. Muitas pessoas n”o tem o devido conhecimento sobre a osteoporose nem mesmo os m”nimos aspectos relacionados ” patologia. Pelo que a osteoporose representa as pessoas deveriam ao menos estar cientes quanto a forma de preven”o, m”todos para o diagn”sticos e qual a quantidade ideal para reposi”o de c”lcio e procurar meios para que se fa”a um diagn”stico e ter conhecimento sobre a patologia, se houver (TORQUATO et al., 2012).

 Apesar de pouco conhecimento dos idosos sobre a osteoporose, ver-se atualmente a curiosidade de idosos em entender a osteoporose. Torquato et al., (2012, p”g.17) em seu estudo perceberam que, existia um interesse predominante entre eles em adquirir informa”es sobre a osteoporose e, com isso, poder prevenir ou minimizar os efeitos cl”nicos dessa doen”a. Alguns fatores podem influenciar para a minimiza”o da osteoporose, exames preventivos tornam-se necess”rios para a sua identifica”o, de acordo com Mendes, (2011, p”g.54), a identifica”o precoce dos indiv”duos com fatores de risco para desenvolver a osteoporose, e a promo”o de medidas preventivas, contribui para a diminui”o da sua incid”ncia, evitando que, o individuo, apresente altera”o na qualidade de vida.

3.3 O TREINAMENTO RESISTIDO NO TRATAMENTO DE IDOSOS COM OSTEOPOROSE.

Na literatura ” poss”vel encontrar v”rios estudos que apresentam fortes evid”ncias de que o treinamento resistido ” um verdadeiro aliado na preven”o e tratamento da osteoporose. De acordo com Elsangedy, Krinski e Jabor, (2006) apud Crispim et al (2008, p”g.98), exerc”cios resistidos com pesos v”m sendo apontados como melhor promotor osteog”nico quando comparado aos exerc”cios aer”bios, devido ”s a”es mec”nicas que este proporciona. Vale lembrar tamb”m que h” outros estudos sobre o tema que vem sendo discutidos e trabalhados, os mesmos vem afirmando os benef”cios que o treinamento resistido traz a pessoa que tem a osteoporose, benef”cios estes como o fortalecimento muscular e melhora na sa”de ”ssea, no qual consequentemente ir” diminuir o risco de quedas (FILHO; RUFFO, 2013). Para Miguel, (2018, p”g. 108):

os exerc”cios f”sicos dirigidos, principalmente os que tendem a ser praticados contra resist”ncia (exerc”cios com pesos), tem se tornado fator fundamental em quase 95% dos casos de controle da osteoporose no pa”s. Quando realizado adequadamente, beneficia o indiv”duo mesmo que em fases tardias do processo osteopor”tico. O exerc”cio voltado para o indiv”duo com osteoporose visa o fortalecimento ”sseo, bem como a melhora do sistema muscular que ajudar” na metodologia de reestrutura”o do sistema locomotor.  

O exerc”cios resistidos s”o destaques entre os exerc”cios que s”o recomendados pelo o American College Of Sports Medicine (ACSM), apesar de seu objetivo ser o ganho de massa muscular eles trazem benef”cios que melhoram o desempenho f”sico e funcional dos idosos, isso acarretara no atraso dos problemas enfrentados relativos a idade (AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE, 2002 apud CARLOS SILVA COSTA et al., 2015). De acordo com Seixas, (2003) apud Meireles, (2012, p”g.71):

Experimentos foram realizados envolvendo exerc”cio f”sico e a osteoporose, e, gra”as a esse tipo de produ”o cient”fica, atualmente j” se sabe que o exerc”cio mais recomendado, por surtir mais efeitos na densidade mineral ”ssea, ” o exerc”cio f”sico resistido, de contra resist”ncia ou de for”a; por”m n”o se sabe ao certo ainda que modelo de treinamento ” o ideal.

Atualmente o que se sabe ” que no treinamento resistido a carga ” distribu”da em uma determinada regi”o aumentando assim a sua efici”ncia no tratamento da osteoporose, quando se aplica uma for”a sobre os ossos ele acaba se desfigurando ou ganhando formas curvadas, por”m para se descobrir a quantidade de tens”o recebida pelos os ossos isso ir” de pender de algumas vari”veis como, o bra”o de alavanca e o momento in”rcia do osso (Miguel, 2018)

Para que um programa de treinamento venha surtir efeito ” preciso periodiza-lo de forma consciente, quanto a organiza”o do treino Dantas (2003) apud Miguel, (2018, p”g.109) diz que:

No treinamento resistido para indiv”duos com osteoporose, sugere-se que sejam feitos de 8 a 10 tipos de exerc”cios, uma s”rie entre moderada e alta intensidade, e preferencialmente de duas a tr”s vezes por semana, sendo que de 8 a 10 repeti”es para indiv”duos mais novos e de 10 a 15 repeti”es para os indiv”duos mais velhos.

No caso dos idosos para que se inicie de forma correta e segura ” necess”rio que seja recomendado no m”nimo de uma s”rie por exerc”cio, sendo que se deve seguir um numeral de 8 a 10 exerc”cios com um descanso entre as s”ries de 1 a 2 minutos e manter uma frequ”ncia semanal de 2 a 3 vezes (FLECK, 2006 apud J”NIOR; CAMPOS, 2013).

No entanto, apesar de proveitoso vale ressaltar que o treinamento resistido torna-se ineficaz no tratamento da osteoporose quando feitos em curtos per”odos (LIU-AMBROSE et al 2004 apud KEMPER et al., 2009). Em seu estudo Rhodes et al, 2000 apud Kemper et al (2009, p”g.12) verificaram que o treinamento resistido realizado em circuito com tr”s s”ries de oito repeti”es a 75% de 1RM promoveu aumentos significativos na DMO de mulheres idosas ap”s um ano. Al”m disso, h” estudos que comprovam que:

O treinamento com pesos pode proceder em um aumento da for”a muscular em poucos meses ou at” semanas, enquanto que as modifica”es na for”a e na densidade ”ssea exigem anos. Sendo assim, se o treino tiver o intuito de aumentar for”a e densidade ”ssea ” recomend”vel que o mesmo seja realizado regularmente por um longo per”odo (periodiza”o do treinamento resistido) (FLECK 2003 apud MIGUEL, 2018, p”g.109).

O fato de o treinamento resistido se mostrar eficaz no tratamento da osteoporose acaba tamb”m se tornando necess”rio aumentar os cuidados na prescri”o. Visando a sa”de dos praticantes de atividade f”sica ” de extrema import”ncia que o treinamento resistido seja praticado de forma segura, sempre deve ser prescrito de maneira correta levando em conta toda uma periodiza”o para que n”o gere traumas por cargas excessivas, permanecendo dentro deste patamar o treinamento resistido poder” trazer in”meros benef”cios a ossatura dos praticantes (CUNHA et al, 2007 apud ANDRADE; FILHO 2015).

4 CONSIDERA”ES FINAIS

Com bases nos estudos relacionados acima, o treinamento resistido ” um aliado muito proveitoso no tratamento de idosos com osteoporose, desde que seja esquematizado de forma segura e respeitando as poss”veis limita”es e individualidades. A prescri”o do treinamento deve seguir algumas regras espec”ficas a fim de se obter bons ganhos  no tratamento da osteoporose.

Os estudos mostraram que, no caso do treinamento resistido, tornam-se necess”rios programas de treinamentos de longo per”odo para obterem-se resultados significativos, assim como n”meros de repeti”es e cargas impostas aos idosos com osteoporose. Ainda assim, novos estudos sobre o tema devem ser investidos para assim contribuir com uma nova gama de informa”es sobre o assunto.

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Essay Sauce, Essay 2018 05 20 000EK1. Available from:<https://www.essaysauce.com/sample-essays/essay-2018-05-20-000ek1/> [Accessed 06-05-26].

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